ago 23, 2018

A melhor agência de marketing de Jundiaí

Grande coisa? Como assim? Jundiaí é uma das principais cidades do interior do estado de São Paulo, ficando na 15° posição entre os municípios mais populosos do estado. O município é maior que quatro capitais estaduais ficando em 59° lugar em tamanho no Brasil. Se olhar mais de perto meu amigo, Jundiaí está integrado a Grande São Paulo, Região Metropolitana de Campinas, Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Região Metropolitana de Sorocaba e a Baixada Santista. Essa megalópole é única no hemisfério sul e representa 75% da população paulista. Isso é quase 17% dos habitantes do maldito país!

Além disso, essa é a região mais competitiva quando se trata de Marketing Digital no país.  Se é para ser a melhor agência de marketing, tem que ser em Jundiaí. Atendemos muitos estados do Brasil, mas São Paulo move as pesquisas no Google dentro do país. Se a sua empresa está localizada em Jundiaí ou no interior do estado de São Paulo e precisa de ajuda para melhorar sua publicidade, design e marketing para obter leads de qualidade online, somos a empresa certa para se contratar! Entre em contato agora e solicite uma avaliação gratuita da comunicação da sua empresa.

 

História de Jundiaí

Período colonial
A região de Jundiaí, até início do século XVII, era habitada exclusivamente por povos indígenas; alguns grupos viviam em clãs familiares, caracterizando-se pelo nomadismo, e outros eram sedentários. Tupis, se dedicavam à produção de milho e de mandioca. Eram povos guerreiros, bons caçadores e pescadores, organizando-se em aldeias compostas por cabanas circulares feitas de tronco e cobertas de palha. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, como a utilização de queimadas na lavoura.

O povoamento de origem portuguesa do sertão de “Mato Grosso de Jundiahy”, como era denominado o extremo território ao norte da vila de São Paulo, que hoje compreenderia a região de Jundiaí, Campinas e todo o nordeste do estado até a divisa com Minas Gerais no Rio Grande, iniciou-se próximo ao Rio Jundiaí com a chegada da Rafael de Oliveira, sua mulher Petronilha Rodrigues Antunes e filhos, em 1615, que deram, ao povoado, a denominação de “Nossa Senhora do Desterro de Jundiaí”.

Segundo alguns historiadores, o casal teria se fixado aí em virtude de ter Rafael de Oliveira cometido “crime de bandeirismo”, isto é, organizado expedição de apresamento de índios, o que era vedado pela coroa portuguesa. Diz, no entanto, o historiador Afonso de Taunay, que Rafael foi perdoado, graças à sua participação no combate aos flamengos.

O fato é que a antiga Freguesia de Nossa Senhora do Desterro prosperou desde o início de sua formação em virtude de construir ponto de apoio para as expedições que se dirigiam aos sertões, que, aí, se abasteciam de gêneros produzidos pelos seus habitantes.[17]

A inauguração de uma capela dedicada a Nossa Senhora do Desterro, no ano de 1651, marcou o início do reconhecimento da povoação de Jundiaí. Quatro anos mais tarde, foi elevada à categoria de vila.

Em 1655, Jundiaí marcava o limite norte do povoamento da Capitania de São Vicente. Esse povoamento acusava dois rumos principais: um de Jundiaí para leste, atingindo a zona montanhosa banhada pelo Rio Atibaia; e outro de Jundiaí para o norte, alcançando o vale do Rio Mojiguaçu. No primeiro caso, surgiu a fundação do povoado de Atibaia na Fazenda de São João, por Jerônimo de Camargo, onde, em 1655, se fixaram os índios trazidos do sertão pelo padre Mateus Nunes de Siqueira, povoado que passou a ser capela-curada em 1680. Cerca de 1676, surgiu a povoação de Nazaré. Depois da descoberta das minas de Goiás no século XVIII, chegou, a traçado definitivo, o “Caminho dos Guaiases”, partindo de Jundiaí, atravessando as povoações de Mojimirim e Mojiguaçu, rumando para o noroeste por áreas que, mais tarde, formariam o sul de Minas Gerais.

Sua economia passou por uma fase de estagnação após 1695, durante o apogeu do ciclo da mineração, reativando-se contudo depois de 1785, quando a agricultura se fortaleceu com a cana-de-açúcar, feijão, cereais, algodão e café.

 

Período imperial

Outro fator de progresso foi a fruticultura praticada principalmente pelos imigrantes europeus a partir do fim do século XIX. Ainda nessa época, surgiu a indústria da tecelagem com a fundação em 1874, da Companhia Jundiana de Tecidos, por incentivo do Barão de Jundiaí, Francisco de Queiroz Telles.[17] A partir de 1890, o município recebeu uma grande massa de imigrantes italianos.

No dia 28 de março de 1865, Jundiaí foi elevada à condição de município.

 

Século XX até a atualidade

Jundiaí em 1934.
Com relação ao desmembramento de municípios vizinhos, no quadro fixado pelo Decreto-lei Estadual nº 9 775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o município de Jundiaí é composto dos distritos de Jundiaí e Rocinha. A Lei Estadual nº 233, de 24 de dezembro de 1948, desmembra, do município de Jundiaí, o distrito de Vinhedo (ex-Rocinha). No fixado pela Lei nº 2 456, de 30 de dezembro de 1953, para vigorar em 1954-1958, compõe-se dos distritos de Jundiaí, Campo Limpo, Itupeva e Secundino Veiga, comarca de Jundiaí. Assim, em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960, o município de Jundiaí é formado pelos distritos de Jundiaí, Campo Limpo, Itupeva e Várzea Paulista (ex-Secundino Veiga), comarca de Jundiaí. Ainda, a Lei Estadual nº 8 092, de 28 de fevereiro de 1964, desmembra, do município de Jundiaí, os distritos de Itupeva e Campo Limpo. E finalmente, a Lei Estadual nº 3 198, de 23 de dezembro de 1981, desmembra, do município de Jundiaí, o distrito de Várzea Paulista (ex-Secundino Veiga).[17]

Foi ainda em fins do século XIX que se inauguraram as estradas de ferro (a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, a Companhia Ytuana de Estradas de Ferro e a Estrada de Ferro Bragantina),[17] o que possibilitou a imigração de ingleses, espanhóis e italianos, motivados por incentivos governamentais, que tencionavam substituir a mão de obra escrava.

Na primeira metade do século XX, Jundiaí descobriu a sua vocação industrial, que perdura até hoje, pois o município possui um dos maiores parques industriais da América Latina. A indústria do lazer nos municípios próximos também está incrementando a economia local, com a instalação de parques temáticos que atraem turistas e geram empregos para os jundiaienses. No início do século XXI, o município enfrenta alguns problemas característicos dos centros brasileiros de alta densidade populacional.

O aniversário do município é comemorado em 14 de dezembro, data em que foi elevada à categoria de vila. Em 2005, foi aprovada uma emenda que decretou feriado municipal na data, comemorado a partir de 2006. Os comerciantes não aprovaram, por se tratar de uma data próxima ao natal e, a partir de 2008, o feriado tornou-se facultativo.